Seguro de Celular vira febre no Brasil, veja como proteger o seu telefone contra furtos e roubos

Existem mais celulares do que pessoas no Brasil.

Atualmente, há mais de 240 milhões de linhas de celular ativas no país – o que equivale a 1,15 telefones por habitante.

Mas essa popularização infelizmente também traz uma grande preocupação com o aumento do número de roubos de aparelhos, principalmente de smartphones.

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em 2017, mais de 1,5 milhões de aparelhos foram bloqueados por roubo ou perda.

Quem investe num celular sabe da importância de cuidar desse bem, para evitar um prejuízo que pode realmente pesar no bolso.

Mas como imprevistos sempre podem acontecer, ter um seguro celular pode ser uma boa opção.

Se você está procurando um plano para o seu telefone, veja abaixo o que você precisa saber antes de contratar.

Meu aparelho atende aos critérios da seguradora?

O primeiro passo é entender se o seu celular se encaixa nos critérios da seguradora.

Muitas operadoras de telefonia e varejistas, por exemplo, oferecem seguro apenas para aparelhos novos e que tenham sido comprados na própria loja.

Outra exigência de todas as seguradoras é que o cliente tenha a nota fiscal do aparelho.

Isso porque , em caso de sinistro, esse documento será obrigatório para que o cliente receba a indenização.

Se você perdeu a nota do seu celular, pode solicitar a segunda via ao estabelecimento onde comprou o aparelho.

Além disso, para entrar na cobertura do seguro, o celular deve ter sido adquirido no Brasil.

Pois a proteção não é válida para aparelhos comprados no exterior, ou que tenham sido roubados ou danificados fora do território nacional.

Qual é a cobertura do seguro celular?

Este é um ponto importantíssimo!

Antes de contratar um plano, você deve conferir com atenção as coberturas oferecidas.

Veja, por exemplo, se o plano oferece cobertura contra roubo ou furto qualificado – que ocorre quando há violência, ameaça, ou, por exemplo, quando alguém arromba uma casa e furta um telefone celular.

Outra cobertura fundamental é aquela que protege contra danos provocados por quedas acidentais.

Ela garante o reparo do aparelho em casos como quebra de visor e outros danos estruturais, causados de forma não intencional e acidental.

Por fim, você também deve ficar atento ao que o seguro celular não cobre.

Por exemplo: você está num bar com os amigos, paga a conta, levanta, vai embora e deixa o seu telefone sobre a mesa.

Nesse caso, que as seguradoras classificam como “perda involuntária ou furto simples”, você não será indenizado.

Por isso, fique atento!

Apesar de oferecer uma ampla proteção, o seguro celular não garante indenização em todos os tipos de ocorrência.

Leia a apólice e o manual do segurado com muita atenção e veja a oferta que mais se adequa ao seu perfil.

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Quanto custa um seguro celular?

O custo mensal depende do valor especificado na nota fiscal do aparelho.

Em geral, o preço anual do seguro fica entre 15% e 20% do preço do celular.

Como funciona a indenização?

Quando a gente contrata um seguro, espera nunca utilizar.

Mas é sempre bom saber como funciona o procedimento.

No caso de roubo, normalmente o cliente recebe um aparelho igual ou semelhante ao anterior, de acordo com o valor da nota fiscal e o que foi informado no momento da contratação.

E como já dissemos antes, você precisará ter esse documento para que a indenização seja paga.

Então, antes de contratar o seu, lembre-se de verificar se você ainda tem a nota fiscal do aparelho.

O mesmo procedimento vale para acionamento do seguro por quebra acidental.

A diferença é que, quando isso acontece, a seguradora irá definir uma assistência técnica para a qual você deve encaminhar o telefone, para que ele seja reparado.

Em caso de sinistro, qual será a franquia?

Se você precisar acionar a seguradora, seja por roubo ou dano ao aparelho, o processo funciona de forma semelhante a outros tipos de seguro.

Você paga uma franquia e recebe uma indenização de acordo com o plano contratado.

No caso do seguro do Banco Inter, por exemplo, a franquia funciona assim:

– 20% do valor da indenização (ou mínimo de R$ 200,00) para roubo ou furto qualificado;

– 15% do valor da indenização (ou mínimo de R$ 150,00) para danos causados por queda acidental.

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